quarta-feira, 12 de julho de 2017


SAÚDE OCULAR



O QUE É A VISÃO?

Segundo o Ministério da Saúde (MS) e o Ministério da Educação (MEC), “a visão é a capacidade que o indivíduo tem de perceber o universo que o cerca. Além disso, 80% da relação do ser humano com o mundo se dá por meio do sentido da visão. E para que o sentido da visão seja aproveitado de maneira plena, é fundamental que toda a via sensorial visual esteja perfeita (os dois olhos, os nervos ópticos, as vias ópticas cerebrais e o córtex visual occipital)” (BRASIL, 2008).

Cuidar da visão deve ser um hábito observado desde muito cedo, sendo que, doenças como hipermetropia, miopia, estrabismo e retinopatia da prematuridade podem ser diagnosticadas desde o nascimento. E a partir da adolescência e até os 40 anos, o cuidado deve ser intensificado (PROCEMPA, 2014).

COMO É A ANATOMIA DO OLHO?

O olho é o órgão sensorial da visão e suas partes principais são:

§ Córnea – é a parte anterior transparente e protetora do olho;

§ Íris - é a parte colorida do olho, responsável por regular o fluxo de luz para a retina;

§ Pupila – localiza-se no centro da íris, é a porta de entrada de luz para a retina;

§ Cristalino - é a lente dos olhos e se localiza atrás da íris;

§ Retina – localizada no fundo do olho, é a parte responsável pela recepção das imagens, fundamental para o sentido da visão; 

§ Mácula – é a região da retina responsável pela nitidez da visão e pela visão de cores; 

§ Nervo Óptico – é o nervo que transmite o estímulo visual para o cérebro (BRASIL, 2008).


No Brasil, existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, sendo 582 mil cegos e 6 milhões com baixa visão, segundo dados da fundação com base no Censo 2010, feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (PORTAL BRASIL, 2015). E os olhos são uma parte do nosso corpo em que diversas vezes esquecemo-nos de cuidar, porém, eles necessitam de atenção especial, entre elas, visitas anuais ao oftalmologista para medição da ACUIDADE VISUAL (BRQ, 2015). 

ACUIDADE VISUAL: se trata de quando o olho reconhece dois pontos muito próximos uns dos outros, tornando a visão incômoda e a pessoa sente dificuldade em enxergar formas e contornos dos objetos (LOTTEN EYES, 2017). 

Ainda, a ida ao oftalmologista permite a detecção precoce de complicações que possam levar a deficiência visual e a função visual pode ser alterada por diversas doenças, como hipertensão e diabetes que podem provocar o aparecimento de sintomas oculares, podendo aumentar com o avanço da idade e necessitam de acompanhamento constante (BRQ, 2015; MEDINA; MUNOZ, 2011). 

COMO SABER QUANDO DEVO IR AO MÉDICO OFTALMOLOGISTA? 

Em primeiro lugar, não espere perceber algum sintoma para procurar um médico. As visitas regulares ao oftalmologista ajuda na prevenção de problemas oculares e a evita agravamentos decorrentes de doenças assintomáticas, ou seja, aquelas que não apresentam sintomas (BRASIL; 2016). 


Contudo, se você apresenta algum sintoma, como: 

1. Lacrimejamento; 

2. Olho Vermelho; 

3. Secreção; 

4. Crostas nos Cílios; 

5. Aperta ou arregala os olhos para enxergar melhor; 

6. Aproxima-se muito da televisão ou papel para ler; 

7. Necessita afastar os objetos do rosto para ler ou enxergar melhor; 

8. Inclinação de cabeça; 

9. Visão embaçada; 

10. Fotofobia (sensibilidade excessiva à luz); 

11. Dores de cabeça; 

12. Visão Dupla; 

13. Desvio Ocular (Olho “Vesgo”) (BRASIL, 2016). 

Procure com urgência o profissional de sua confiança 


DICAS DE CUIDADO COM SEUS OLHOS 

1. USAR PROTETOR OCULAR sempre que houver risco de algo atingir seus olhos, pois os óculos de proteção são essenciais para evitar que acidentes aconteçam, e mesmo em casa, o menor trabalho pode ser prejudicial aos olhos (BQR, 2015; BRASIL, 2016). 


2. LAVAR OS OLHOS com bastante água limpa ao cair qualquer líquido (BQR; 2015). 


3. USAR ÓCULOS OU LENTES DE CONTATO apenas quando prescritos por médico oftalmologista (BQR; 2015). 

4. As MULHERES devem tomar cuidado com as maquiagens, pois algumas podem provocar alergia e procure marcas de qualidade ou hipoalergênicas de sua confiança para evitar problemas na região dos olhos. E se a maquiagem não for retirada corretamente antes de dormir, os canais de drenagem presentes nos olhos podem entupir, gerando infecções ou terçol (BQR, 2015; BRASIL, 2016). 

5.UTILIZAR ÓCULOS ESCUROS em ambientes com claridade excessiva, pois a exposição em excesso aos raios ultravioletas (UV) pode atuar como agravante no desenvolvimento de doenças como catarata, e a redução da visão decorrente da morte de células da retina. Sendo que, os danos na retina é algo irreversível (BQR, 2015; BRASIL, 2016).

ATENÇÃO: modelos falsificados ou com lentes de baixa qualidade podem ser nocivos e podem piorar a agressão da claridade, por não filtrarem o espectro total dos raios UVA e UVB. Além disso, pela falta de garantia na fabricação, outro risco é o de apresentarem graus ou desníveis nas lentes, o que obriga o olho a gastar energia para corrigir a visão errada (ou “torta”) provocada por elas (BRASIL, 2016). 


6. EVITE COÇAR A REGIÃO DOS OLHOS, pois apesar de inicialmente dar uma sensação de alívio, em casos de alergias ou irritações, isso pode piorar o quadro. Sendo assim, para evitar ou reduzir a coceira decorrente de clima seco, ou outros fatores externos, hidrate os olhos com colírios lubrificantes e com isso ajuda a deixá-los úmidos (BRASIL, 2016). 


7.EVITE O USO EXCESSIVO DE COLÍRIOS, pois corticoides em excesso ou se automedicar pode agravar ou iniciar casos de glaucoma e catarata. Então, sempre consulte o oftalmologista para verificar qual solução é a mais indicada para o seu caso (BRASIL, 2016). 

ATENÇÃO COM O USO EXCESSIVO DO COMPUTADOR 

Atualmente, cerca de 60 milhões de pessoas sofrem de problemas visuais devido ao uso do computador. Estima-se, ainda, que este número aumenta em 1 milhão a cada ano (PROCEMPA, 2014). 

Os médicos alertam que, para cada 40 minutos do uso do computador, deve-se dar um descanso de 10 minutos para os olhos. Além disso, o monitor do computador deve permanecer a 50 ou 60 cm de distância e um pouco abaixo da linha dos olhos. O ajuste do brilho também é necessário para que fique em uma luminosidade confortável para os olhos (PROCEMPA, 2014). 

QUAIS SINTOMAS OCASIONADOS PELO USO INCORRETO DO COMPUTADOR? 

Olhos secos, vermelhos e irritados, dores de cabeça, dores nas costas e no pescoço e dificuldade de focalização (PROCEMPA, 2014). 


Por fim, é essencial lembrar que nossa visão pode sofrer alterações que ocorrem naturalmente com o passar dos anos, podendo desenvolver dificuldade para focalização objetos que estão próximos, para diferenciação das cores verde e azul e, até mesmo, sendo necessária maior luminosidade para realizar leituras. Portanto, a prevenção é algo que deve ser feito, por meio das dicas ditas acima e pela ida periódica ao médico oftalmologista para realização de exames periódicos e assim, manter uma visão de boa qualidade ao longo da vida (PROCEMPA, 2014). 


UMA BREVE APRESENTAÇÃO DE PORQUE DEVEMOS SEMPRE CUIDAR DOS NOSSOS OLHOS: https://www.youtube.com/watch?v=Tay4urwnVYY



REFERÊNCIAS UTILIZADAS 



BRASIL. Ministério da Saúde. 10 de julho: Dia Mundial da Saúde Ocular. Brasília, DF, 2016. Disponível em: <http://www.blog.saude.gov.br/promocao-da-saude/51271-10-de-julho-dia-mundial-da-saude-ocular.html>. Acesso em: 07/07/017. 

______. Ministério da Saúde. Projeto Olhar Brasil: triagem de acuidade visual: manual de orientação / Ministério da Saúde, Ministério da Educação. Brasília, DF, 2008. 24 p. Disponível em<http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000015497.pdf>. Acesso em: 07/07/2017. 


BRQ. Sáude ocular. 2015. Disponível em: <http://www.brq.com/saude-ocular/> Acesso em: 07/07/2017. 

LOTTEN EYES. O que é acuidade visual. 2017. Disponível em: <http://www.lotteneyes.com.br/glossario-acuidade-visual/> Acesso em: 07/07/2017. 

MEDINA, N. H.; MUNOZ, E. H. Atenção à saúde ocular da pessoa idosa. Boletim Epidemiológico Paulista, v.8, n.85, p. 23-28, 2011. 

PORTAL BRASIL. Brasil aumenta inclusão de cegos na sociedade. 2015. Disponível em: <http://www.brasil.gov.br/cidadania-e-justica/2015/01/braile-aumenta-inclusao-de-cegos-na-sociedade>. Acesso em: 07/07/2017. 

PROCEMPA. 10 de julho: Dia da Saúde Ocular. 2014. Disponível em: <http://www2.portoalegre.rs.gov.br/pwdtcomemorativas/default.php?reg=28&p_secao=15>. Acesso em: 07/07/2017.

quinta-feira, 29 de junho de 2017



Glaucoma

O Glaucoma refere-se a uma doença que provoca danos ao nervo ótico e envolve a perda de células da retina e pode levar à cegueira, isso devido a uma pressão ocular elevada ou pressão ocular baixa. Pode ser:
  • Congênito: comum em recém-nascidos, cujo tratamento é cirúrgico.
  • Secundário: Ocorre após cirurgia ocular como catarata avançada.
  • Crônico: Atinge pessoas acima de 35 anos de idade. 

Os sintomas aparecem na forma avançada, isto é, o paciente não nota a perda da visão. 

Abaixo um exemplo de visão de glaucoma


Sinais e Sintomas

O Glaucoma é uma doença assintomática no início. A perda visual só ocorre em fases mais avançadas e compromete primeiro a visão periférica. Depois, o campo visual vai estreitando progressivamente até transformar-se em visão tubular. Sem tratamento, o paciente fica cego. De modo geral, a doença aparece com mais frequência a partir dos 40 anos, o risco de desenvolver a doença é maior, assim como pessoas cujos pais tiveram Glaucoma e em pacientes Diabéticos. 

Diagnóstico 

Merecem atenção dois sinais: pressão intraocular acima da média e alterações no nervo ótico, perceptíveis no exame de fundo de olho. Outros fatores podem ajudar a confirmar o diagnóstico. São pacientes de risco os negros que têm maior propensão a desenvolver pressão alta, pessoas com mais de 35 anos e os portadores de diabetes. O histórico familiar também é importante para o diagnóstico, pois cerca de 6% das pessoas com glaucoma já tiveram outro caso na família. O diagnóstico do Glaucoma em suas formas iniciais e moderado só é feito em uma consulta oftalmológica de rotina e a aferição anual da pressão do olho é a melhor forma de se preservar a VISÃO.

Exames utilizados para o diagnóstico do Glaucoma 

Tonometria de Aplanação (exame da medida da pressão intraocular); Fundo de Olho (exame para avaliar se existe dano do nervo óptico gerado pelo glaucoma); Gonioscopia (exame para classificar o tipo de glaucoma); Campo Visual exame que avalia se ocorreu perda da visão periférica. 

Tratamento 

O glaucoma não tem cura, ele pode levar à cegueira e pode ser controlado por tratamento médico, que envolve o uso de colírios, comprimidos ou cirurgia. Caso os medicamentos não sejam suficientes para regularizar a pressão do olho o médico pode recomendar cirurgia a laser, ela é bastante útil e consegue drenar o liquido em excesso do olho, alcançando bons resultados.


Referencias 




terça-feira, 6 de junho de 2017

ESTIGMA EM SAÚDE MENTAL

 


A história da doença mental é, desde o início dos tempos, marcada por fenômenos de incompreensão e exclusão social. Contudo o estigma da doença mental tem sido alvo de crescente atenção nos últimos anos, com um aumento exponencial de publicações sobre o tema. Este fenômeno constitui para os doentes uma fonte de sofrimento, representando um obstáculo à concretização de projetos pessoais e à integração social plena, objetivo principal da prática psiquiátrica atual. Entre outras coisas, o estigma é um fenómeno que pode levar à redução da autoestima e ao isolamento; no âmbito da doença mental, os indivíduos que se consideram estigmatizados referem muito frequentemente sentimentos de dor, pessimismo relativamente à recuperação, medo entre outros. Nos últimos anos, vários estudos têm sido realizados no sentido de investigar o estigma da doença mental: quer na população em geral, quer entre os profissionais de saúde em particular. Combater o estigma é algo para o qual todos os profissionais de saúde podem contribuir, procurando uma melhor compreensão do fenômeno, mas principalmente através da sua prática clínica cotidiana, eminentemente humana e relacional. É na interação com os doentes, com as famílias e com os demais profissionais de saúde que se vão forjando as bases da luta contra o estigma, através da educação relativa à doença mental.

A depressão e outros transtornos psiquiátricos são por muitas pessoas, entendidos como uma falha de caráter, falta de ocupação, falta de fé, frescura entre outros. A figura abaixo aborda o tema de forma bastante interessante, pois, e se tivéssemos a conduta de tratar a hipertensão, diabetes e outras doenças como tratamos a depressão? 

Há também o preconceito em relação ao uso de medicamentos para o tratamento da depressão e de outros transtornos psiquiátricos. Perguntamos a vocês: qual a diferença de usar um medicamento para diabetes de usar um medicamento para depressão? Nenhuma! Ambas são doenças que necessitam de tratamento medicamentoso. Se o tratamento for conduzido de forma adequada, o paciente terá apenas benefícios, resultando em melhor qualidade de vida.






Referências: 
Xavier, S; et al. Mental Health Stigma: Where do We Stand?. Revista do Serviço de Psiquiatria do Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca, EPE, v. 11, n. 2, dez. 2003
Batista, L. T. M.B. Os profissionais de saúde e o estigma da doença mental. 2013. Dissertação (Mestrado em Medicina)  - Instituto de Ciências Biomédicas de Abel Salazar da Universidade do Porto, 2013 

QUEIMADURAS


As queimaduras são lesões cutâneas causadas por fatores térmicos, podendo estes ser: produtos químicos (como ácidos e bases), fatores físicos como a exposição aos  raios solares, ou biológicos, como o contato com organismos marinhos como a água-viva ou caravela-portuguesa. As reações variam de acordo com o grau da queimadura. Os sintomas comuns são: vermelhidão, bolhas, dor, sinais de pele morta e descamação.
Essas lesões são classificadas em três graus:

a) Nas queimaduras de primeiro grau são afetados apenas os tecidos mais superficiais da pele. Há vermelhidão que pode ou não ser acompanhada de inchaço e não há formação de bolhas e a pele tem boa cicatrização.

b) Queimaduras de segundo grau apresentam cicatrização mais lenta pois atingem tecidos um pouco mais profundos e pode haver a formação de bolhas e até mesmo infecção com dor mais intensa

c) Já nas queimaduras de terceiro grau, a derme e epiderme são atingidas podendo chegar até a tecidos mais profundos como músculo e gordura. A dor é comumente menor pois as terminações nervosas também são agredidas.



Além da profundidade da queimadura a extensão da lesão é muito importante e deve ser considerada. Pacientes com queimaduras de 2º ou 3º graus devem ser avaliados em relação ao percentual da área corporal atingida, Quanto maior a extensão das queimaduras, maiores os riscos de complicações e morte.



Assim pode ser feita uma nova classificação de acordo com a gravidade: 

1) Queimadura leve: 

– Menos de 10% da superfície corporal de um adulto com queimaduras de 2º grau; 
– Menos de 5% da superfície corporal de uma criança ou idoso com queimaduras de 2º grau
– Menos de 2% da superfície corporal com queimaduras de 3º grau.
– 5 a 10% da superfície corporal de uma criança ou idoso com queimaduras de 2º grau;
– 2 a 5% da superfície corporal com queimaduras de 3º grau;
– Suspeita de queimaduras do trato respiratório por inalação de ar quente;
– Queimaduras leves em pacientes com doenças que predisponham infecções como imunossupressão, diabetes ou anemia falciforme;
– Mais de 10% da superfície corporal de uma criança ou idoso com queimaduras de 2º grau;
– Mais de 5% da superfície corporal com queimaduras de 3º grau;
– Queimaduras elétricas por alta voltagem;
– Queimaduras comprovadas do trato respiratório por inalação de ar quente;
– Queimaduras significativas na face, olhos, orelhas, genitália ou articulações;
– Outras graves lesões associadas a queimadura, como fraturas e traumas.


2) Queimadura moderada: 

– 10 a 20% da superfície corporal de um adulto com queimaduras de 2º grau
– Queimaduras em formato circunferencial, tipo pulseira, colar ou bracelete. 

3) Queimadura grave: 
– Mais de 20% da superfície corporal de um adulto com queimaduras de 2º grau;

Em caso de acidente envolvendo queimaduras, o primeiro cuidado é extinguir a fonte de calor, em seguida, procure lavar o local atingido com água corrente em temperatura ambiente, de preferência até que a área queimada seja resfriada. É importante buscar o auxílio de um profissional de saúde no posto de atendimento mais próximo do local do acidente, para que sejam tomadas as providências necessárias. Não havendo serviço de saúde próximo pode-se acionar de forma gratuita o Samu pelo 192 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193. 

Em casos de queimaduras, algumas providências são muito importantes: 


• Nunca aplicar sal, açúcar, pasta dente, pomadas ou qualquer outro produto caseiro, pois eles podem complicar a queimadura e dificultar o diagnóstico; 

• Não aplicar gelo diretamente sobre o local afetado; 

• Evitar pomadas ou remédios naturais, assim como qualquer medicação não prescrita por médicos; 

• Em caso de ingestão de produtos cáusticos ou queimaduras em boca e olhos, lavar o local com bastante água corrente e procurar o pronto-socorro; 

• Não tocar a área afetada; 

• Não tentar retirar pedaços de roupa grudados na pele. Se necessário, recortar em volta da roupa que está aderida à pele queimada; 

• Não cobrir a queimadura com algodão. 









Referências:

Revista Saúde UOL <http://revistavivasaude.uol.com.br/clinica-geral/entenda-tudo-sobre-as-queimaduras/2672/#>

Sociedade Brasileira de Queimaduras <https://www.sbcd.org.br/pagina/1720>

<http://sbqueimaduras.org.br/queimaduras-conceito-e-causas/primeiros-socorros-e-cuidados/>

MDSaúde <http://www.mdsaude.com/2010/11/queimaduras-grau.html>



V  SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE ATENÇÃO FARMACÊUTICA 


GRATIDÃO É A PALAVRA! Chegou ao fim mais um Simpósio Internacional de Atenção Farmacêutica. Agradecemos nossos patrocinadores:

Conselho Federal de Farmácia
Conselho Regional de Farmácia-MG
Conselho Regional de Farmácia-SP
Ministério da Saúde
Instituto Nacional de Farmácia aplicada
Secretaria de esportes, lazer e recreação da Prefeitura Municipal de Alfenas
Portal Oncoinfo
Grupo Mantiflora
Emagrecenter
Farmacia de Manipulação ômega
Cascafina
Farmaconsult
Instituto Racine
Saudemia
Copasa
Restaurante do Ali

Gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer aos palestrantes deste evento:


José Luis Miranda Maldonado
Tiago Marques dos Reis
Mariana Linhares Pereira
Ana Cristina LoPrete
Liliana Batista Vieira
Liliana Uribe Botero
Clarice Chemello
Regiane Amorim
Samuel Máximo
Paulo Caleb
Carlos Rogério da Silva
Maristela Ferreira Catão
Graziela Luppi
Alexis Morales Ortiz
André de Oliveira Baldoni
Carina Carvalho Silvestre
Albercina Nunes Sarkis
Paulo Roque Obreli Neto








Agradeço à toda equipe do NAFAU pelo excelente trabalho realizado:



Aline Karina Maure            
Allen Cristina Ribeiro da Silva
Ana Patrícia Barbosa Silvério
Ananda Pulini Matarazzo
Bruno Ewerton Meireles Souto
Camila Campos Dutra
Daniela Trindade
Débora Talita Monteiro
Giuliana Martina Castorani
Jefferson Merencio dos Reis
Josiane Aparecida Rocha
Laira Maria Faria Matias
Luana Silva Ferreira
Michelle de Jesus Coimbra
Renata de Oliveira Arantes
Thaís Morais Assis

Agradeço ao acadêmico Flávio Marques, à empresa FarmAlfenas Jr, a todos os funcionários da FACEPE, à Pró-Reitoria de Extensão em especial à funcionária Regina e à Profa. Dra. Elisângela Monteiro.
Agradeço a todos os funcionários do setor de serviços gerais e funcionários do setor de sonorização.
Agradeço especialmente à Profa. Dra. Sandra Maria Oliveira Morais Veiga, Profa. Dra. Liliana Batista Vieira, Prof. Amilton Marques e Profa. Verônica Ferreira Magalhães que contribuíram para a organização deste evento.
Agradeço à UNIFAL-MG, instituição na qual me graduei e hoje tenho orgulho em pertencer ao quadro de professores.
Agradeço ao Deus de quem eu sou e a quem eu sirvo que permitiu que mais um Simpósio fosse realizado. Agradecemos a Camerata Theophillus pela linda e inesquecível apresentação!


**** Lembrando que estamos disponibilizando na pagina do evento o material das palestras e minicursos em PDF, acesse: http://www.unifal-mg.edu.br/atencaofarmaceutica/?q=node/37
Esperamos ansiosos para nosso próximo evento!! Aguardem!!

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Hipertensão Arterial 




         
         Hipertensão ou pressão alta é uma doença que acomete grande parte da população independente da sua faixa etária, sexo, peso e condições econômicas, sendo que cerca de 60% da população brasileira com hipertensão é idosa. A doença está relacionada com a força que o sangue faz contra as paredes das artérias para assim circular por todo corpo. O estreitamento das artérias irá aumentar a necessidade do coração em bombear com mais força para assim impulsionar o sague e recebe-lo de volta, o que faz com que a hipertensão dilate o coração danificando as artérias.
Uma pessoa hipertensa é aquela que em repouso apresenta pressão arterial igual ou acima de 14 por 9 (140mmHg X 90mmHg). O grande agravante da doença se dá pelo fato que a pressão alta ataca os vasos, coração, rins e cérebro. Com tempo os vasos irão se tornar endurecidos e estreitos o que com o passar dos anos pode ocorrer o seu entupimento ou rompimento. Caso este entupimento ocorra em vasos do coração aumenta-se o risco de infarto e quando há entupimento ou rompimento de vasos do cérebro poderá ocorrer o  derrame cerebral ou AVC. Assim a hipertensão é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal.
A melhor forma de se evitar essas consequências da doença é através do tratamento adequado do controle da pressão e da adesão medicamentosa e dieta balanceada. Apesar de ser uma disfunção genética, a hipertensão pode ser gerada por hábitos de vida inadequados, como a ingestão excessiva de sal ou de bebida alcoólica, além da obesidade e do sedentarismo.


Qual é o valor ideal da pressão arterial?


   


















Quais são os sintomas?



      É importante monitorar a pressão, a doença pode ser silenciosa, não demonstrando sintoma algum. Quando se manifesta, os principais sintomas são:
  •          Sensação de zumbido nos ouvidos;
  •          Sangramento no nariz;
  •          Dor de cabeça ou dor na nuca;
  •          Visão embaçada;
  •          Fraqueza e tontura.



Qual o tratamento?


O tratamento é a base de medicamentos controladores, além da adoção de hábitos saudáveis.


Referencias 


http://www.sbh.org.br/geral/oque-e-hipertensao.asp
https://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/hipertensao/
http://www.hospitalviladaserra.com.br/dia-nacional-de-controle-e-prevencao-hipertensao-arterial/





terça-feira, 25 de abril de 2017



Dia mundial da Saúde


O dia mundial da saúde que foi criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1948, onde a data 7 de abril só fora oficializado em 1950. Para a OMS a saúde é definida da seguinte forma: “saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”.

Visando discussões sobre saúde todos os anos é dado um Tema ou Lema para as campanhas do dia mundial da saúde que neste ano de 2017 é “Depressão, Vamos Conversar”.

“Depressão,Vamos Conversar”

A definição de depressão de acordo com a OMS é um transtorno mental comum, que pode ser caracterizado de várias maneiras desde a perda de interesse, distúrbios do sono ou/e apetite, ausência de prazer, oscilações entre sentimento de culpa e baixa autoestima.
Esta doença quando inicial pode ser tratada somente com psicoterapia, exercícios etc, mas quando já está em um estado mais avançado é necessário a utilização de medicamentos que podem ser de várias classes como por exemplo inibidores seletivos de recaptação de serotonina, inibidores da MAO, tricíclicos e etc. 
A escolha do tratamento para esse paciente deve ser embasada nos aspectos biológicos, psicológicos e sociais. Com análise desses fatores será traçado o perfil do indivíduo que pode apresentar um perfil suicida ou não.

De acordo com uma matéria feita pelo o site da UOL , essa doença atinge hoje cerca de 7% da população mundial. O que é um dado preocupante por que atinge a sociedade como um todo. Portanto, para um tratamento de maior efetividade, familiares, amigos e profissionais devem ser envolver para alcançar a melhora destes indivíduos.


Referências: 

Souza; Fábio Gomes de Matos e. Tratamento da depressão. Rev. Bras. Psiquiatr. São Paulo vol.21. 1999

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/12/1563458-depressao-ja-e-a-doenca-mais-incapacitante-afirma-a-oms.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2014/12/1563458-depressao-ja-e-a-doenca-mais-incapacitante-afirma-a-oms.shtml

http://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5391:tema-do-dia-mundial-da-saude-de-2017-depressao-e-debatida-por-especialistas-em-evento-na-opasoms&Itemid=839

https://www.calendarr.com/brasil/dia-mundial-da-saude/

http://www.canal.fiocruz.br/destaque/index.php?id=722